Calendário semanal de atividades de greve

Em destaque

Ilustração de calendário. Foto: Reprodução

Ilustração de calendário. Foto: Reprodução

Dias 5, 6 e 7 de julho, caravana para ato nacional em Brasília.

Terça-feira, 7/7

10h – Panfletagem junto à população durante as atividades do Festival do Fórum Interuniversitário de Cultura, na Praça XV.

Sexta-feira, 10/7

10h – Assembleia geral no Hall da Reitoria. – A assembleia da próxima semana (até aqui realizada sempre ás terças-feiras) ficou adiada para o dia 10, sexta-feira, em virtude da realização da caravana, com pauta relativa à avaliação do resultado da atividade em Brasília e a discussão da conjuntura de greve.

Sábado, 11/7

10h – Ato no Museu Nacional, com panfletagem à população.

EXCEPCIONALMENTE ESTA SEMANA, NÃO HAVERÁ A REALIZAÇÃO DAS SEGUINTES ATIVIDADES:

– Às segundas-feiras, às 9h, reunião do CLG, e à tarde, das comissões do CLG.   Sempre no Espaço Cultural e na sede do Sintufrj.

– Às terças-feiras, às 10h, assembleias no auditório do CT.

– Às quintas-feiras, assembleias itinerantes com realização de atos.


Integram o Comando Nacional de Greve (CNG) os seguintes companheiros: Gercino, Antonio Theodoro da Silva Filho, José de Oliveira, Ruy Reis Santana Vaz, Gilvan Joaquim da Silva, Marcílio Alves e João Paulo Gibson Nunes.

Roberto Leher assume reitoria da UFRJ

Roberto Leher, atual reitor da UFRJ. Foto: Renan Silva

Roberto Leher, atual reitor da UFRJ. Foto: Renan Silva

Roberto Leher e sua vice, Denise Nascimento,  já estão no comando da UFRJ. Eles foram empossados nos cargos para os quais foram eleitos pela comunidade universitária na sexta-feira, dia 3 de junho, numa concorrida cerimônia realizada no auditório do Centro de Tecnologia. Faixas com as reivindicações do movimento estudantil da UFRJ decoravam o ambiente festivo.

O novo reitor, que  foi eleito com uma plataforma que propõe reformas radicais na universidade, fez um discurso de uma hora onde não deixou de fora nenhum ponto de seu programa de campanha,. Ele reafirmou a defesa da autonomia universitária, o resgate do protagonismo da instituição no cenário político-educacional público, a necessidade de uma política de assistência estudantil efetiva, a rejeição à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e a valorização da força de trabalho técnico-administrativa e terceirizada.

O coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis, destacou o momento como histórico. “É um momento de fato histórico. Fazemos uma posse num momento de luta, de união, de unidade na construção e na defesa da universidade. A eleição do professor Leher representa a defesa da universidade e temos certeza de uma gestão compartilhada, mas mantendo o Sintufrj na sua autonomia de representação de classe em que estaremos aliados nos interesses da categoria, resguardados certos momentos em que poderá haver diferenças. Temos certeza de que será uma gestão diferenciada pelo compromisso com os movimentos sociais”.

A matéria completa da Cerimônia de Posse estará disponível na versão 1224 do Jornal do Sintufrj. 

Clique aqui e veja a Galeria de Fotos da Cerimônia

Galeria: posse do reitor Roberto Leher

Roberto Leher ergue boné do MST. Foto: Renan Silva

Roberto Leher ergue boné do MST. Foto: Renan Silva

Leher é professor titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRJ, na linha Políticas e Instituições Educacionais. Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (1998), desenvolve pesquisa em políticas públicas em educação. Professor colaborador da Escola Nacional Florestan Fernandes, integra comitês editoriais de vários periódicos. Foi presidente da Adufrj-SSind na gestão 1997-1999, presidente do ANDES-SN na gestão 2000-2002 e representa os professores titulares do CFCH no Conselho Universitário da UFRJ (2013-2017).

Sua vice é a professora Denise Nascimento, do Departamento de Clínica Odontológica da UFRJ. Durante a campanha para concorrer à Reitoria da UFRJ, eles defenderam um “governo compartilhado” entre discentes, docentes e técnico-administrativos na universidade, entre diversas propostas.

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Pedalada sindical para UFRJ em protesto à favor da educação

Trabalhadores participam de pedalada. Foto: Renan Silva

Trabalhadores participam de pedalada. Foto: Renan Silva

Mais uma ação de mobilização para dar visibilidade à greve foi realizada com sucesso pelo CLG/Sintufrj na quinta-feira, dia 2 de julho. Às 8h10, a Cidade Universitária foi tomada por uma centena de ciclistas na “Pedalada Sindical contra o ajuste fiscal.”

O trânsito parou no campus do Fundão durante a manifestação, que durou mais de uma hora. Os ciclistas saíram da sede do Sindicato de Trabalhadores em Educação da UFRJ (Sintufrj)  e percorreram na ida a Avenidas Horácio Macedo, passando pela Ponte do Saber e Reitoria, e retornaram pela Avenida Carlos Chagas Filho, seguindo até o Alojamento Universitário e retornando ao Sindicato.

Vestidos com camisetas brancas com dizeres sobre o ato e carregando bandeiras do Sindicato, por onde passavam os ciclistas chamavam a atenção e eram saudados.

“Chamamos muita atenção e marcamos posição com uma atividade física associada à greve e contra o ajuste fiscal, pois o trabalhador não deve pagar a conta”, avaliou o coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis.

O ato contou com apoio da equipe de professores do Espaço Saúde do Sintufrj e da Divisão de Segurança da UFRJ (Diseg), que acompanhou os ciclistas em todo o percurso, garantindo a realização da atividade e a segurança do pessoal. Um aluno do Espaço Saúde Sintufrj, Vinícius Negreiros, com sua moto foi o  “batedor”, ajudando a parar o trânsito para a passagem dos manifestantes nas magrelas.

O Comando Local de Greve (CLG/Sintufrj) comemorou o sucesso da atividade. No final, os participantes se reuniram para saborear frutas e sucos para reposição da energia gasta nas pedaladas.

Veja o vídeo da matéria do RJTV, da Rede Globo, sobre a pedalada no Fundão

‘Ebserh não é solução para os problemas dos hospitais’, diz Eduardo Côrtes

Dr. Eduardo Côrtes, diretor do HUCFF. Foto: Renan Silva

Dr. Eduardo Côrtes, diretor do HUCFF. Foto: Renan Silva

O diretor do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), Eduardo Côrtes participou do debate sobre os HUs que antecedeu à assembleia do dia 30. Ele expôs os graves problemas da unidade e as iniciativas adotadas para contornar a situação, como mobilizar a comunidade e a sociedade para que o hospital retome a sua condição de referência nacional.

Para o diretor, o grande objetivo de sua gestão está voltada para reerguer a unidade se concentra em uma reforma administrativa grande e em iniciativas políticas que vão além da UFRJ e chegam na sociedade. Durante o encontro com os servidores da UFRJ, Côrtes enfatizou que a entrada da Ebserh não irá salvar os hospitais federais. “A Ebserh não é solução para os problemas dos hospitais das universidades federais, que começaram quando o governo parou de orçamentá-los”, disse o diretor.

A matéria completa do debate sobre os hospitais universitários estará disponível na versão 1224 do Jornal do Sintufrj. 

Reitoria da UFRJ amanhece fechada

Reitoria da UFRJ. Foto: Renan Silva

Reitoria da UFRJ. Foto: Sintufrj

A greve dos técnicos-administrativos em educação completou um mês no dia 28 (dia 29, na UFRJ). O movimento da categoria ganhou ainda mais força com a greve dos estudantes e dos professores. Tanto que o governo abriu negociação com o as entidades do funcionalismo federal, embora a contraproposta econômica seja inaceitável: reajuste de 21,3% parcelados em quatro anos.

Por conta dessa atitude do governo, a assembleia realizada no dia 30 de junho decidiu que é preciso radicalizar o movimento para mostrar que os trabalhadores não estão de brincadeira.

Seguindo orientação do Comando Nacional de Greve (CNG/Fasubra), na madrugada do dia 1º de julho a categoria fechou as entradas do prédio da Reitoria, no Fundão, e ninguém teve acesso ao prédio.

Por volta das 8h, teve início o ato público em frente a portaria principal da Reitoria. Os técnicos-administrativos entregaram panfletos explicando as razões da greve e convocando os que ainda não aderiram totalmente a greve para a luta.

Atos com a mesma finalidade se repetiram em outras universidades federais, como UNB, UFF e Unirio.

Greve na UFRJ completa 1 mês

Servidores da UFRJ durante ato de greve. Foto: Renan Silva

Servidores da UFRJ durante ato de greve. Foto: Renan Silva

A greve na Universidade Federal do Rio de Janeiro acaba de completar um mês nesta quinta-feira, 29. Os técnicos-administrativos, os alunos e os docentes da instituição estão parados com o objetivo de forçar um diálogo entre o Governo Federal e as categorias, com finalidade de rever os repasses financeiros realizados pelo Ministério da Educação, que devem se esgotar por completo em setembro de 2015, segundo Roberto Leher, reitor eleito da UFRJ.

Após aprovação em assembleia-geral com a categoria, a UFRJ se uniu a outras muitas universidades de todo o país que pedem diálogo entre o governo e à causa, com finalidade de atribuir um melhor desempenho das atividades das classes.

Pauta específica dos Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino

Reposição de Perdas e Aprimoramento da Carreira:

  • Índice de 27,3% no piso da tabela considerando as perdas de janeiro de 2011 a julho de 2016;
  • Pelo aprimoramento da Carreira com correção das distorções, levando em consideração a racionalização dos cargos, piso de três salários mínimos e step de 5%; reposicionamento dos aposentados e pensionistas, e concurso público via RJU para todos os níveis de classificação;
  • Pela não retirada de ganhos administrativos e judiciais da Categoria – pagamento imediato;
  • Reabertura de prazos para que os Técnico-Administrativos em Educação que ainda estejam no PUCRCE possam migrar para o PCCTAE;
  • Pela instituição da Ascensão Funcional;
  • Reconhecimento dos certificados de capacitação dos aposentados quando os mesmos se encontravam na ativa;
  • Aproveitamento de disciplinas de curso de graduação e pós-graduação para todas as classes do PCCTAE para fins de progressão por capacitação;
  • Reconhecimento de títulos de mestrado e doutorado obtidos fora do país.
  • Posicionamento hierárquico em padrão de vencimento equivalente na tabela quando do reingresso de servidor em outro cargo do PCCTAE.
  • Efetivação do Plano Nacional de Capacitação lançado em 2013;
  • Extensão, para os Técnico-Administrativos em Educação, do art. 30 da lei 12772/12, que trata de afastamento para realização de estudos de pós-graduação;

Pauta Geral dos Servidores Públicos Federais

  • Pela Revogação das Leis que criaram a EBSERH e a FUNPRESP;
  • Por uma politica salarial permanente com correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias;
  • Índice linear de 27,3%;
  • Estabelecimento de Data-base em 1º de maio;
  • Pelo direito de negociação coletiva (convenção 151 OIT) e liberação de dirigentes para o exercício de mandato classista;
  • Pela paridade salarial entre ativos, aposentados e pensionistas;
  • Pela retirada dos projetos do Congresso Nacional que atacam os direitos dos trabalhadores;
  • Por isonomia salarial e de todos os benefícios entre os poderes;
  • Pela anulação da reforma da previdência de 2003, realizada por meio de compra de votos de parlamentares;
  • Pela extinção do fator previdenciário;
  • Pela incorporação de todas as gratificações produtivistas;
  • Pelo fim da terceirização que retira direito dos trabalhadores;
  • Pela imediata realização de concurso público pelo RJU.
    Fonte: Fasubra


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Calendário semanal de atividades de greve

Ilustração de calendário. Foto: Reprodução

Ilustração de calendário. Foto: Reprodução

Terça-feira, 30/6

9h – Debate sobre os hospitais universitários da UFRJ, com a participação do diretor do HUCFF, Eduardo Côrtes.

10h30 – Assembleia geral. Pauta: avaliação da greve e encaminhamentos.

Local: Auditório do CT.

Quarta-feira, 1/7

10h n- Reunião do CLG/Sintufrj no Instituto de Neurologia, na Praia Vermelha, aberta a todos os trabalhadores daquele campus.

10h – Ato na UFRJ-Macaé com a UFF.

Quinta-feira, 2/7

7h30  – “Pedalada Sindical contra o ajuste fiscal”. Concentração na sede do Sintufrj. Saída às 7h45, passando pela Reitoria.

8h30 – encerramento do projeto ”Saúde na medida certa”, no Espaço Cultural.

11h – Oficina de Carreira, no hall da Reitoria,

Sexta-feira, 3/7 

15h – Panfletagem na Praça XV. Objetivo: informar à população e aos participantes do Festival do Fórum Interuniversitário de Cultura (Fest-Fic) as razões da greve da categoria.

 Sábado, 11/7

10h – Ato no Museu Nacional, com panfletagem à população.

Dias 5, 6 e 7 de julho, caravana para ato nacional em Brasília.

Calendário Fixo: 

– Às segundas-feiras, às 9h, reunião do CLG, e à tarde, das comissões do CLG.   Sempre no Espaço Cultural e na sede do Sintufrj.

– Às terças-feiras, às 10h, assembleias no auditório do CT.

– Às quintas-feiras, assembleias itinerantes com realização de atos.


Integram o Comando Nacional de Greve (CNG) os seguintes companheiros: Gercino, Antonio Theodoro da Silva Filho, José de Oliveira, Ruy Reis Santana Vaz, Gilvan Joaquim da Silva, Marcílio Alves e João Paulo Gibson Nunes.

Passeata no Fundão provoca reflexos no trânsito das Linhas Vermelha e Amarela

Servidores da UFRJ durante ato. Foto: Renan Silva

Servidores da UFRJ durante ato. Foto: Renan Silva

Técnico-administrativos em educação e estudantes em greve da UFRJ realizaram passeata na manhã de terça-feira, 23, pelas ruas da Cidade Universitária. Os manifestantes saíram caminharam do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN) até  o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes). A movimentação dos trabalhadores e alunos da graduação e pós-graduação provou engarrafamento nas Linhas Vermelha e Amarela, que tem saídas para o campus do Fundão.

O objetivo da passeata foi reafirmar para o governo que os funcionários da UFRJ não irão realizar a matrícula presencial dos estudantes selecionados pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Mais cedo, salas das Secretarias Acadêmicas e da Divisão de Registro Estudantil (DRE) ,onde são recebidos os documentos para o Sisu, foram lacradas pelo Comando Local de Greve/Sintufrj .

Assembleia

A passeata foi realizada após assembléia dos técnicos-administrativos em educação no auditório do Centro de Tecnologia, que aprovou a continuidade da greve e o calendário de atividades do CLG/Sintufrj. Os presentes na assembleia também protestaram contra a precarização da universidade, os cortes de verbas para a Educação e reivindicaram salários justo.  A greve nacional da categoria alcançou todas as universidades filiadas à Fasubra, isto é, 65 instituições.

Durante a passeata os participantes  repetiram palavras de ordem e denunciaram as obras inacabadas no campus devido ao corte de verbas pelo governo federal. São vários os esqueletos que compõem a paisagem no Fundão.

Inspirados nas palavras de ordem dos estudantes os trabalhadores improvisaram: “Funcionário de luta qual é sua missão?/ Aumentar salário e defender a educação/ Servidor de luta o que é que você faz?/ Greve geral em toda federal!”.  E em referência ao Sisu mandaram seu recado para a presidenta Dilma Rousseff: “Oh! Dilma. Não vai ter Sisu.”

Os funcionários comemoraram também a entrada dos professores na greve das universidades federais e com isso os três segmentos da UFRJ encontram-se desde 23 de junho com suas atividades paralisadas.


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Docentes se unem aos técnicos-administrativos e aprovam greve

Docentes da UFRJ aprovam greve. Foto: Samuel Tosta/Divulgação

Docentes da UFRJ aprovam greve. Foto: Samuel Tosta/Divulgação

É oficial. Os professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro aprovaram o início da greve em assembleia geral nesta sexta-feira, 19. A paralisação terá início na próxima terça-feira, 23.

Durante a assembleia convocada pela Adufrj SSind, que contou com a presença de professores filiados ou não ao sindicato, foi aprovado o início da greve com 193 a favor e 167 votos contrários à paralisação. Agora os professores da UFRJ vão se unir aos servidores técnico-admnistrativos da instituição, em greve desde o dia 29 de maio. Os estudantes da entidade também aderiram à greve.


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