A real face do Hospital do Fundão

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Ah se todos os dias fossem como aqueles onde o Hospital Clementino Fraga Filho (Hospital do Fundão) respirava livremente. Após o furor de sua construção, os 13 andares – mais o subsolo – revelavam a aspiração de um grande polo de fomento à pesquisa e realização de diversas cirurgias e consultas. Para muitos dos funcionários da instituição o que resta é o sentimento de nostalgia e tristeza. A passos largos a unidade caminha cada vez mais ao fechamento que se intensificam com o não repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS), seu principal mantenedor.

São cerca de mil atendimentos diários em especialidades, muitas vezes, que apenas o hospital trata em todo o estado. Na prática, são cidadãos que poderão ter seus tratamentos interrompidos sem a segurança e certeza de que os mesmos serão continuados em outra unidade.

A edição 1144 do Jornal do Sintufrj traz um grande relato sobre a questão de um dos maiores hospitais de todo o estado, mostrando face a face todos os detalhes das mazelas as quais a querida unidade de saúde passa no momento. Clique aqui e leia a matéria completa.

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Funcionários aprovam greve para dia 29 de maio

Trabalhadores aprovam greve por unanimidade, no Quinhentão. Foto: Renan Silva.

Trabalhadores aprovam greve por unanimidade, no Quinhentão. Foto: Renan Silva.

Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio de Janeiro aprovaram, nesta quinta-feira, 21, a data de início para a paralisação dos serviços na entidade. Durante uma assembleia-geral do Sintufrj, ficou definida a paralização total de atividades a partir do dia 29 de maio. O indicativo de greve já havia sido aprovado durante o XXII Confasubra, realizado em Poços de Caldas, Minas Gerais.

A greve foi aprovada com unanimidade durante a assembleia geral dos funcionários, realizada no auditório do Quinhentão, localizado no Centro de Ciências da Saúde na Ilha do Fundão.

Os cerca de 500 funcionários presentes, todos de pé, entoaram a palavra de ordem: “Greve geral em toda federal!”. Os trabalhadores decidiram também participar do Dia Nacional de Greve Geral, com atos pela manhã e a tarde no centro do Rio de Janeiro.

Durante a assembleia também ficou delimitado que a paralisação não irá afetar serviços essenciais na Universidade, como os hospitais, biotérios e vigilância, por exemplo, que deverão manter ao menos 30% do efetivo trabalhando. Ficou decidido também que os setores, em sua reunião por local de trabalho, decidirá como ficará o funcionamento dessas atividades.

Por Eliane Amaral e Daniel Outlander.