Vai à festa de fim de ano? Clique e saiba todos os detalhes

Fim de ano. Foto: Sintufrj

Fim de ano. Foto: Sintufrj

Este ano, a Festa de Fim de Ano da categoria realizada anualmente pelo Sintufrj será um pouco diferente: ela contará com espaço muito mais dinâmico e à par do que os sindicalizados merecem. O espaço, no entanto, fica localizado em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Para agilizar a locomoção, a instituição irá fornecer ônibus para o traslado de todos os associados que fizeram suas respectivas inscrições através do site no período em que as mesmas foram disponibilizadas e retiraram seus passaportes na sub-sede do HU ou na Praia Vermelha entre os dias 2 e 4 de dezembro.

Roteiro

Os ônibus sairão da sede do Sintufrj (Fundão), entre 8h e 10h, após completar o número de passageiros; e da Praia Vermelha às 8h30. Todos deverão estar de posse do passaporte e do documento de identidade com foto. A conferência será feita na entrada dos ônibus e no acesso ao local da festa.

Local da festa: Espaço Lonier, na Estrada Frei Tibúrcio, 470, Vargem Grande.
Data: 10/12/2015
Horário: das 11h às 17h.

A real face do Hospital do Fundão

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Ah se todos os dias fossem como aqueles onde o Hospital Clementino Fraga Filho (Hospital do Fundão) respirava livremente. Após o furor de sua construção, os 13 andares – mais o subsolo – revelavam a aspiração de um grande polo de fomento à pesquisa e realização de diversas cirurgias e consultas. Para muitos dos funcionários da instituição o que resta é o sentimento de nostalgia e tristeza. A passos largos a unidade caminha cada vez mais ao fechamento que se intensificam com o não repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS), seu principal mantenedor.

São cerca de mil atendimentos diários em especialidades, muitas vezes, que apenas o hospital trata em todo o estado. Na prática, são cidadãos que poderão ter seus tratamentos interrompidos sem a segurança e certeza de que os mesmos serão continuados em outra unidade.

A edição 1144 do Jornal do Sintufrj traz um grande relato sobre a questão de um dos maiores hospitais de todo o estado, mostrando face a face todos os detalhes das mazelas as quais a querida unidade de saúde passa no momento. Clique aqui e leia a matéria completa.

Sintufrj realiza debate sobre a Funpresp

Evento será realizado nesta quarta-feira, 28.

Funpresp. Foto: Divulgação

A Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) já é uma realidade para boa parte dos trabalhadores do Legislativo e do Poder Executivo. Na UFRJ, assim como em outros órgãos e instituições, os ingressos após o dia 2 de fevereiro de 2013, quando foi aprovado o plano de benefícios da Funpresp, não têm direito à aposentadoria integral se não aderir ao plano de seguridade.

Será isso mesmo? Afinal, o que é a Funpresp? Para esclarecer as dúvidas a respeito e a categoria possa fazer sua opção consciente (a adesão ao Funpresp é voluntária), o Sintufrj realizará na quarta-feira, dia 28, às 14h, no auditório Samira Mesquita (antigo Salão Azul da Reitoria), debate sobre o tema com quem sabe do assunto.

Os palestrantes convidados são: o coordenador da Fasubra, Lucivaldo Alves, e os técnicos-administrativos da Subcoordenação de Remuneração e Benefícios da Pró-Reitoria de Pessoal, Ronaldo Carvalho Fasano e Leonardo Murelle.

UFRJ encerra greve e técnicos voltam ao trabalho dia 13

Técnicos-administrativos aprovam fim da greve. Foto: Renan Silva

Técnicos-administrativos aprovam fim da greve. Foto: Renan Silva

Os técnicos-administrativos em educação da UFRJ, reunidos em assembleia-geral na quinta-feira, dia 8, no auditório Samira Mesquita, na Reitoria, deliberaram pelo retorno ao trabalho na terça-feira, dia 13.

O fim da greve da categoria estava condicionado à assinatura do termo do acordo com o governo, o que ocorreu no fim da tarde de terça-feira, dia 6, em reunião do Comando Nacional de Greve (CNG)/Fasubra com os ministérios do Planejamento e da Educação.

Embora o CNG/Fasubra tivesse indicado o dia 8 para a saída unificada do movimento, a categoria na UFRJ decidiu prorrogar o retorno ao trabalho para se empenhar pela assinatura do acordo da pauta interna pela Reitoria. A greve que completará na terça-feira, dia 13, 136 dias foi avaliada nacionalmente como tendo sido e coesa, pois contou com um dos maiores índices de adesão da categoria em todo país.

Pauta interna

Constam da pauta interna reivindicações tais como: adoção dos turnos contínuos, combate ao assédio moral, valorização dos trabalhadores técnicos-administrativos em educação, localização do Centro de Convivência e saúde do trabalhador.

No dia 21 de setembro, o Comando Local de Greve/Sintufrj discutiu a pauta interna com o reitor Roberto Leher, os pró-reitores e outros integrantes da Administração Central da UFRJ.  A reitoria indicou a constituição de comissões paritárias para encaminhar o debate sobre as reivindicações.

Antes do início da assembleia na quinta-feira, a coordenação do Sintufrj obteve do reitor a posição de que não haveria dificuldade na assinatura do acordo. Por conta disso a categoria optou em somente retornar ao trabalho após a conquista de mais este acordo.

Categoria aprova acordo proposto pelo governo e aguarda orientação do CNG/Fasubra para saída unificada da greve

Assembleia-geral. Foto: Renan Silva

Assembleia-geral. Foto: Renan Silva

Próxima assembleia terça-feira, dia 29 de setembro, em local a ser definido.

Com a presença de centenas de técnicos-administrativos em educação no hall da Reitoria, a assembleia quarta-feira, dia 23, deliberou pela continuidade da greve até que o Comando Nacional de Greve (CNG)/Fasubra indique uma data para a saída unificada do movimento.

A greve da categoria na UFRJ foi deflagrada em 29 de maio, mas na maioria das instituições federais de ensino superior do país o movimento grevista começou no dia 28 de maio. Até agora os técnicos-administrativos em educação de todas as universidades e parte dos institutos da base da Fasubra estão parados.

Acordo

Depois de mais de quatro horas de discussão, os técnicos-administrativos em educação da UFRJ deliberaram na assembleia por aceitar a proposta de acordo do governo, que prevê reajuste de 10,8% divididos em dois anos: 5,5% em agosto de 2016 e 5% em 2017; elevação do step para 0,1% em 2017; reajustes dos benefícios em janeiro de 2016 – 22% para o auxílio-alimentação e auxílio-saúde e 300% para o auxílio pré-escolar –, além de alguns avanços na pauta específica da Fasubra.

De acordo com a decisão das assembleias de base, a Fasubra poderá assinar o acordo com o governo quarta-feira, dia 24.

Matrículas do Sisu

A assembleia também aprovou que, se o CNG/Fasubra assinar o acordo com o governo na quinta-feira, dia 24, o Comando Local de Greve/Sintufrj autorizará a Reitoria a realizar a matrícula presencial do Sisu. Caso contrário, o ponto será discutido na assembleia terça-feira, dia 29.

Calendário semanal de atividades de greve

Ilustração de calendário. Foto: Reprodução

Ilustração de calendário. Foto: Reprodução

Segunda-feira, 17/8

9h -reunião do CLG no Espaço Cultural do Sintufrj.

13h – assembleia geral no hall da Reitoria.

Terça-feira, 18/8

10h – ato unificado dos servidores públicos federais (SPFs), no  Centro do Rio.

Quarta-feira, 19/8

10h – reunião do Comando Estadual de Greve no Sindipetro.

14h – debate do Fórum (Im) Permanente de greve na Casa da Ciência. O tema do debate é “Horizontalidades, transversalidades: inventando novas geografias no ambiente de trabalho”.

Debatedores: Monica Atalla, pedagoga da Casa da Ciência; Gustavo Cravo e Rita Cavaliere, técnicos em assuntos educacionais da PR4; Evandro Ouriques, professor da Escola de Comunicação; Gabryel Henrici, representante do DCE da UFRJ;  Terezinha Costa, representante a Associação dos Trabalhadores Terceirizados da UFRJ.

24 e 25/8, em Brasília

Reunião da representação da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC).

Quarta-feira, 26/8

Reunião da CNSC no MEC, em Brasília.

‘Conhecendo as Mazelas da UFRJ’

"Conhecendo as Mazelas da UFRJ". Foto: Renan Silva

“Conhecendo as Mazelas da UFRJ”. Foto: Renan Silva

A UFRJ sofre maus bocados após o corte de verbas realizado pelo governo, mas em escolas de todo o país, muitos alunos almejam a instituição como local para graduação. Para conhecerem um pouco mais sobre a universidade, estudantes de todo o estado foram convidados a se inteirarem um pouco sobre o cotidiano da UFRJ. Este ano, os estudantes também foram recepcionados pelo Comando Local de Greve (CLG/Sintufrj).

Uma carreata, seguida de panfletagem, organizada pelo Comando Local de Greve (CLG)/Sintufrj, nesta quarta-feira, 12, às 7h40 da manhã, recepcionou os estudantes do ensino médio que participavam do “Conhecendo a UFRJ” – evento que não deveria estar acontecendo porque os técnicos-administrativos, professores e estudantes da universidade estão em greve. Na assembleia do dia 28 de julho, a categoria aprovou que a atividade institucional não seria considerada como atividade de greve, conforme era o desejo dos trabalhadores da Pró-Reitoria de Extensão.

Os técnicos-administrativos em educação em greve entregaram aos visitantes dois mil panfletos expondo os problemas que a  universidade enfrenta devido ao corte no orçamento da União para a Educação. Dirigentes do Sintufrj também utilizaram o carro de som da entidade, estacionado em frente a Escola de Educação Física e Desportos, onde se realizava o evento, para complementar as informações aos estudantes e professores das escolas públicas e privadas sobre os motivos da greve.

Debate sobre o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha reúne ativistas e gera discussões sobre o tema

Mesa de debates. Foto: Daniel Outlander

Mesa de debates. Foto: Daniel Outlander

Muito se fala na atual conjuntura da sociedade sobre o papel do negro e sua inserção e busca de igualdade em diversos segmentos – sociais, profissionais e educacionais – mas a verdade é que a discriminação com afrobrasileiros ainda é latente. As mulheres, por sua vez, sofrem duplamente: primeiro por serem mulheres, depois por serem negras. Para comemorar o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e motivar a luta para o compate ao racismo, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ realizou na sexta-feira, dia 24, um debate sobre o papel da mulher negra no mercado de trabalho.

Negra, professora universitária e doutora, a enfermeira da UFRJ Luzia de Araújo fez um profundo questionamento sobre a história da mulher negra e sua relação nos âmbitos da sociedade e do trabalho. “O homem branco ganha mais, já a mulher negra vem em último lugar na escala”, comentou a palestrante. Ela evidenciou ainda que por ser negra, viu muitas dificuldades e diferenças ao ingressar em uma universidade. “Eu sempre estudei em escolas públicas, mas quando você entra na universidade é que você vê a disparidade social. Eu era sozinha”, finalizou.

Para a militante do Coletivo Negro e do Movimento de Mulheres Olga Benário Eloá Santos, a realidade não foi diferente. Negra, se viu em um mundo completamente dominado por um sistema racista e machista. “Imagina, eu fui cursar economia na UERJ, um dos cursos mais machistas e sexistas que existem. Disseram que eu não tinha o biotipo de economista”, enunciou.

Sindicalizada arruma turbante. Foto: Daniel Outlander

Sindicalizada arruma turbante. Foto: Daniel Outlander

Evento

A comemoração contou, além das palestras, com diversas atividades voltadas ao público presente. Logo que chegavam ao Espaço Cultural do Sintufrj, todos os convidados se dirigiam à tenda de turbantes, onde uma turbanteira aplicava lenços de diversas cores e ensinava a dar vários tipos de nós.

A fila ficou cheia em outra tenda onde uma esteticista fazia limpeza de pele, de graça, em quem estivesse disposto a encarar o calor com a pele mais saudável.  Um café da manhã também foi servido, e para garantir aos presentes uma experiência completa, as atividades recomeçaram após o almoço.

História

As mulheres negras da diáspora africana celebram 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, como símbolo de união e de reconhecimento mundial de suas vidas guerreiras, combativas e imprescindíveis à construção de um mundo solidário, multiétnico e pluricultural. Estas mulheres negras têm, em comum, vidas marcadas pela opressão de gênero, agravadas pelo racismo e pela exploração de classe social.

A escolha da data ocorreu no I Encontro das Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, que aconteceu na República Dominicana, em 1992. Mais de setenta mulheres negras de diversos países estiveram presentes no evento, com o objetivo de dar visibilidade à sua presença nestes continentes. Na ocasião, foi criada a Rede de Mulheres Negras da América Latina e do Caribe, para a troca de informações, o estreitamento das relações e promoção de ações em conjunto.