Passeata no Fundão provoca reflexos no trânsito das Linhas Vermelha e Amarela

Servidores da UFRJ durante ato. Foto: Renan Silva

Servidores da UFRJ durante ato. Foto: Renan Silva

Técnico-administrativos em educação e estudantes em greve da UFRJ realizaram passeata na manhã de terça-feira, 23, pelas ruas da Cidade Universitária. Os manifestantes saíram caminharam do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN) até  o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes). A movimentação dos trabalhadores e alunos da graduação e pós-graduação provou engarrafamento nas Linhas Vermelha e Amarela, que tem saídas para o campus do Fundão.

O objetivo da passeata foi reafirmar para o governo que os funcionários da UFRJ não irão realizar a matrícula presencial dos estudantes selecionados pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Mais cedo, salas das Secretarias Acadêmicas e da Divisão de Registro Estudantil (DRE) ,onde são recebidos os documentos para o Sisu, foram lacradas pelo Comando Local de Greve/Sintufrj .

Assembleia

A passeata foi realizada após assembléia dos técnicos-administrativos em educação no auditório do Centro de Tecnologia, que aprovou a continuidade da greve e o calendário de atividades do CLG/Sintufrj. Os presentes na assembleia também protestaram contra a precarização da universidade, os cortes de verbas para a Educação e reivindicaram salários justo.  A greve nacional da categoria alcançou todas as universidades filiadas à Fasubra, isto é, 65 instituições.

Durante a passeata os participantes  repetiram palavras de ordem e denunciaram as obras inacabadas no campus devido ao corte de verbas pelo governo federal. São vários os esqueletos que compõem a paisagem no Fundão.

Inspirados nas palavras de ordem dos estudantes os trabalhadores improvisaram: “Funcionário de luta qual é sua missão?/ Aumentar salário e defender a educação/ Servidor de luta o que é que você faz?/ Greve geral em toda federal!”.  E em referência ao Sisu mandaram seu recado para a presidenta Dilma Rousseff: “Oh! Dilma. Não vai ter Sisu.”

Os funcionários comemoraram também a entrada dos professores na greve das universidades federais e com isso os três segmentos da UFRJ encontram-se desde 23 de junho com suas atividades paralisadas.


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