GREVE DOS TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS APROVADA
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Organize sua unidade para a greve |
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Aprovamos que nesta sexta e nesta segunda-feira a tarefa é realizar reuniões para discutir se há e quais são os serviços essenciais de sua unidade. |
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Aprovamos que nesta sexta e nesta segunda-feira a tarefa é realizar reuniões para discutir se há e quais são os serviços essenciais de sua unidade. |
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Na categoria Greve 2012
A assembleia-geral dos técnico-administrativos da UFRJ, com o auditório do Centro de Tecnologia lotado, aprovou a deflagração da greve no dia 5 de junho. Foi decidido também dias de mobilização no dia 1º, sexta-feira, e dia 4, segunda-feira, a serem organizados pelas unidades.
Na categoria Jornal do Sintufrj
Em assembleia geral dia 29 de maio, no ginásio de basquete da Escola de Educação Física, na Ilha do Fundão, os estudantes da UFRJ decidiram apoiar a greve dos professores e deflagraram greve estudantil imediata.
Na categoria Jornal do Sintufrj
PR-1 se transformou em câmara de tortura
A Pró-Reitoria de Graduação da UFRJ, o coração da universidade, porque é onde são tomadas as decisões em relação aos estudantes –, a razão da existência desta instituição — se transformou no pior lugar do Fundão para se trabalhar.
A responsável por essa situação absurda e constrangedora para a UFRJ é a superintendente-geral, uma professora que se assume diante dos funcionários como “ditadora”, que “está ali para falar e não para ouvir”, e que “não adianta reclamarem, porque ninguém mexe em mim”.
Violência é praticada pelo primeiro escalão
Como o assédio moral ocorre no primeiro escalão da Administração Central da UFRJ, a diretoria do SINTUFRJ está entrando com denúncia formal no gabinete do reitor Carlos Levi contra a superintendente. No debate sobre estágio probatório promovido pelo Sindicato, o pró-reitor de Pessoal, Roberto Gambine, afirmou categoricamente que assédio moral não é, e nunca será, tolerado na universidade.
Mas como pode o pró-reitor de Pessoal desconher o assédio moral praticado na sala ao lado da PR-4, no 8º andar da Reitoria, onde também está instalada a PR-1?
Além de oficialmente denunciar o fato ao reitor, o SINTUFRJ tomará outras atitudes para preservar a integridade física e emocional dos técnicos-administrativos. Diante de fatos como esse, fica no ar a pergunta: Se quem trabalha no prédio onde fica o reitor, e a sala é vizinha à PR-4, passa por isso, imagine o que não anda ocorrendo em outras unidades?
Feitora da UFRJ
Os depoimentos aos diretores do Sindicato durante a reunião da entidade com os trabalhadores, na quinta-feira, 24, causaram repugnância. A certeza da impunidade parece iluminar as ações autoritárias dessa senhora, a segunda pessoa na hierarquia da Pró-Reitoria de Graduação. A vizinhança com a PR-4 também não impede a superintendente de se dirigir aos técnicos-administrativosaos gritos no corredor. Os shows dantescos públicos da professora não têm hora para acontecer. As humilhações são diárias e recorrentes.
Recentemente, aos berros, na frente de várias pessoas de fora da PR-1, ela acusou um funcionário de ter mexido nas coisas dela, por conta da descodificação do teclado do computador. Desse dia em diante passou a trancar a sala e a guardar a chave na bolsa. A uma técnica-administrativa, com o dedo em riste, ela obrigou que repetisse três vezes a frase: “funcionário é amigo do professor e aluno é amigo do funcionário”.
A trabalhadora, que abriu processo administrativo contra ela depois de meses sendo submetida a sessões de tortura – era tratada à base de gritos e insultos –, foi proibida de entrar na PR-1. Além de arrogante, prepotente e desequilibrada emocionalmente para liderar equipe, essa senhora perdeu a noção do público e do privado. Comete crime de atentado à coisa pública e à saúde dos trabalhadores.
É costume da superintendente exigir, em tom elevado, que o funcionário retorne imediatamente à PR-1, quando encontra algum deles conversando com um colega de outra unidade, mesmo sendo hora do almoço. “Aqui é lugar de trabalhar”, diz. Muitas outras barbaridades foram contadas ao Sindicato através de relatos escritos que não deixam dúvidas: a superintendente-geral da PR-1 tem que ser punida com o rigor da lei que protege o trabalhador contra o assédio moral.
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